sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

O grande equívoco da democracia (6)


Seja veterano ou novato, defender educação e saúde de qualidade é condição essencial: necessária mas não suficiente. 

A solução, já praticada pelos países mais desenvolvidos é um atendimento universal e de qualidade, com adequada distribuição entre os serviços públicos e privados, de tal forma que o tema saia da agenda política. 

Ninguém precisa defender educação e saúde de qualidade porque essas já existiriam, seriam a situação normal. E com isso o deputado perderia a função de despachante. Deixaria de sê-lo por desnecessidade da atividade. E teria que se voltar para a representatividade. Para as questões mais gerais e com diferenças ideológicas.

Essa condição dos países desenvolvido, no entanto, está longe do nosso horizonte de curto e médio prazo. Ou em termos de calendário: os deputados ainda terão a função de despachante, como a predominante nas eleições de 2018 e 2022. Pode-se esperar alguma mudança evolutiva que rompa em 2026. 


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